Histórico do bairro

O nome Fradinhos surgiu por volta de 1750. Na época três frades jesuítas (o francês Pierre de Bergue, o espanhol Alessandro e inglês Honeley) moravam num grotão, que hoje é conhecido como Sítio Todos os Santos. Durante o reinado de D. João I, dois frades foram repatriados pelo Marquês de Pombal, ficando apenas Honeley. Ainda nesta época, um garoto que morava nas redondezas ficou muito doente e seu pai fez uma promessa de que se ele melhorasse, o vestiria com um frade. O menino se recuperou e a promessa foi cumprida, passando, então, a vestir-se como um frade e sendo reconhecido como fradinho do grotão. Daí o nome do bairro até hoje. Existe outra versão para justificar o nome do bairro, que refere-se ao Pico Frei Leopardi (Pedra dos Dois Olhos) que, quando visto de um ponto a sudeste, se assemelha a um padre encapuzado. A área só começou a ser realmente ocupada na década de 70, quando os herdeiros da família Monjardim, Varejão e Dalma Almeida, este último proprietário da maior gleba, cerca de 100 mil m², começaram a lotear o local. Em 1973, a COHAB construiu algumas casas - uma Vila, o que contribuiu para movimentar a área. Fradinhos foi criado pela lei nº 1.689/66.

Fonte: Site da Prefeitura Municipal de Vitória.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

MAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM ESTA ADMINISTRAÇÃO??? INIMIGA PÚBLICA NÚMERO 1 DO MEIO AMBIENTE???

Fonte: PLANETA SUSTENTÁVEL - EMPRESA DO GRUPO EDITORA ABRIL




Comentário: a Mata Atlântica desaparecendo em ritmo acelerado e o que faz a PREFEITURA MUNICPAL DE VITÓRIA? Um DECRETO que transforma ÁREA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL PERMANENTE em ÁREA URBANA

Por Manoella Oliveira

Dados do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica de 2005 a 2008, anunciados, esta semana, pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais mostram um quadro que contraria a tendência da última pesquisa, realizada de 2000 a 2005, divulgada em maio. Neste período, a devastação foi 69% menor em comparação ao anterior, 1995-2000.

Juntas, as regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória, no Espírito Santo, desmataram 793 hectares do Bioma Mata Atlântica, o equivalente a 990 campos de futebol. O maior desmatamento é o de São Paulo, onde foram devastados 437 hectares, nove vezes mais que o registrado entre 2000 e 2005, quando o número foi de 48 hectares.

Quase metade das ocorrências aconteceu na Serra da Cantareira, região que abastece mais da metade da população da região metropolitana da capital. A taxa anual de desmatamento entre os dois períodos analisados aumentou 14 vezes.

No Rio de Janeiro, o índice dobrou. A floresta nativa foi suprimida em 205 hectares nos últimos três anos, contra 94 relatados entre 2000 e 2005. Destaque para os municípios de Itaboraí e Nova Iguaçu, com desmatamentos no entorno da Reserva Biológica do Tinguá, com a taxa anual de desflorestamento 3,6 vezes maior se comparado ao Atlas 2000-2005.

Os dados mais recentes mostram que na região metropolitana de Vitória, 150 hectares foram suprimidos, enquanto no período anterior o número era de 86 hectares.

Em maio de 2009, serão divulgados os dados completos do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica nos mais de 3,4 mil municípios abrangidos pela Mata Atlântica. A partir do próximo ano, o monitoramento passará a ser a cada dois e, a cada quatro, fará balanço correspondente à gestão municipal ou estadual.

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Perfil da Mata Atlântica

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